A
Capoeira é uma das manifestações artísticas mais tradicionais do
Brasil. A Unesco reconheceu a capoeira como Patrimônio Cultural da
Humanidade no ano de 2014, então a capoeira passou a ser um bem
mundial.
A
história da capoeira começa no século XVI, na época em que o
Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi
muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas
produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes
escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os
angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.
Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.
Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.
A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.
Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.
Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.
A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.
AU http://www.auocapoeirista.com.br/
A
idéia de patrimônio não é necessariamente a mesma para todos, nem
para os órgãos voltados para a sua proteção, e nem para a
população em geral. Portanto, não é consensual e nem isenta de
conflitos. Por outro lado, o jogo da capoeira também é alvo de
inúmeras interpretações, tanto da parte dos próprios
capoeiristas, quanto de diversos outros setores da sociedade, como
órgãos públicos, a mídia, a universidade. O registro da capoeira
como bem imaterial, realizado pelo IPHAN – Instituto Histórico e
Artístico Nacional – , em julho de 2008, trouxe à tona esses
conflitos, relacionados às diferentes maneirasde se pensar a
capoeira e as políticas de patrimônio.
É
impossível responder a todas essas questões, considerando-se a
grande diversidade que o jogo da capoeira adquiriu no mundo
contemporâneo. No entanto, elas ecoam incessantemente nos ouvidos de
todos os que passaram a lidar, direta ou indiretamente, com as ações
do Estado que visam a sua salvaguarda. Elas reformulam o debate a
partir do qual o Estado, os capoeiristas e seus teóricos têm que se
posicionar e fazem emergir os novos desafios trazidos pelo registro.
Pesquise e responda com os seus colegas em sala de aula.
A Capoeira é sem dúvida uma das maiores expressões artístico-cultural brasileiro, e por isso, foi tombada como patrimônio cultural da humanidade. Será que existem outras expressões (dança, culinária, festas e etc. ), que como o exemplo da capoeira, deveriam tornar-se patrimonio cultural do Brasil? Por que é importante termos políticas de preservação do patrimônio histórico e cultural material e imaterial?
Referências consultadas:
http://www.auocapoeirista.com.br/
VASSALLO, Simone Pondé. O REGISTRO DA CAPOEIRA COMO PATRIMÕNIO IMATERIAL NOVOS DESAFIOS SIMBÓLICOS E POLÍTICOS. Disponível em <http://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/977/841> Acesso em 05/10/2015.
TVBrasil .
http://tvbrasil.ebc.com.br/capoeira/episodio/muito-prazer-eu-sou-a-capoeira-0

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